Neue Rheinischezeitung - Guerra Israel-EUA-Irã

Köln -

Guerra Israel-EUA-Irã




Mesmo tempo, poder aéreo de alta intensidade, capacidade de mísseis e drones, pressões energéticas e risco nuclear?

A sequência de eventos que levou a este novo patamar de confronto foi rápida e, para muitos, inesperada pela dimensão. Uma campanha de ataques coordenados atingiu alvos em território iraniano, com impacto sobre estruturas militares e áreas sensíveis ligadas ao programa nuclear. O Irã respondeu com vagas de retaliação, combinando mísseis e drones e expandindo o teatro de operações para além do eixo Irã–Israel, com reflexos diretos em países que abrigam forças e instalações estratégicas de parceiros dos Estados Unidos. No plano político, as declarações públicas de lideranças nacionais, a mobilização diplomática na Organização das Nações Unidas e a reação de potências importadoras de energia — sobretudo na Ásia — passaram a compor um quadro de crise de amplitude global.

Um ponto de não retorno: a liderança iraniana atingida
O elemento que simboliza a gravidade do momento foi a confirmação, por vias oficiais iranianas, da morte do líder supremo do país durante a ofensiva. Trata-se de um fato com peso histórico e consequências imprevisíveis: a cadeia de comando se reorganiza sob pressão, e a lógica de dissuasão — baseada em “linhas vermelhas” e respostas calibradas — tende a ceder lugar à dinâmica do choque e da vingança.

Quando a liderança máxima é atingida, dois movimentos se tornam mais prováveis: por um lado, a aceleração de medidas de continuidade do Estado e de centralização operacional para evitar vácuos de poder; por outro, a multiplicação de ações de retaliação que buscam provar, interna e externamente, que o país mantém capacidade de resposta. Em termos práticos, isso pode significar ataques mais frequentes, aumento do alcance de alvos, menor previsibilidade e menos espaço para recuos públicos.

Os objetivos declarados e as mensagens entre linhas
Israel e Estados Unidos apresentaram a campanha como uma ação de alto impacto para reduzir a ameaça iraniana — sobretudo em torno de capacidades militares estratégicas e do programa nuclear — e para impedir que o Irã consolide instrumentos de dissuasão considerados intoleráveis por seus adversários. No plano tático, o foco é degradar sistemas de defesa aérea, centros de comando, infraestrutura de mísseis e pontos críticos de pesquisa, produção e enriquecimento.

No plano estratégico, a mensagem é dupla. Para aliados regionais, a ideia é demonstrar que a proteção existe e que o custo de desafiar a arquitetura de segurança liderada por Washington e apoiada por Telavive pode ser esmagador. Para adversários e rivais globais, a mensagem é de capacidade de projeção e de disposição para agir mesmo diante do risco de alastramento.

Do lado iraniano, a resposta busca inverter a narrativa: apresentar-se como vítima de agressão externa, mobilizar sentimento nacional, pressionar parceiros e adversários por meio do custo econômico global e, ao mesmo tempo, preservar ativos estratégicos para um conflito mais longo.

O mundo sente primeiro no bolso: energia, fretes e o estreito de ormuz
Se existe um “termômetro” que traduz imediatamente uma guerra no Golfo e em seu entorno, ele se chama energia. O Estreito de Ormuz — passagem vital entre o Golfo e o oceano aberto — voltou a ser o gargalo do planeta. Nas últimas horas, Teerã elevou o nível de ameaça sobre a navegação e anunciou restrições severas, criando um cenário em que a travessia se torna, na prática, um risco operacional extremo.

Os efeitos aparecem em cadeia:
Queda abrupta do tráfego marítimo: menos navios dispostos a atravessar, rotas desviadas, e congestionamento de alternativas mais longas.
Seguro de guerra e custo de fretamento em alta: seguradoras reduzem cobertura, elevam prêmios e empurram custos para toda a cadeia — do petróleo ao produto final no supermercado.
Pressão sobre preço de petróleo e gás: qualquer interrupção real ou percebida em Ormuz tende a se refletir em volatilidade e pressão inflacionária, sobretudo em economias dependentes de importação.
Efeito dominó em petroquímica, fertilizantes e transporte: setores com alta dependência de energia e logística sentem rápido

Para a Europa, o risco é particularmente sensível: mesmo quando não compra diretamente volumes significativos de um fornecedor específico, o continente paga o “preço mundial” do barril e do frete. Para países asiáticos — grandes importadores — a vulnerabilidade se multiplica, e a pressão por uma estabilização imediata tende a crescer.

Aviação e cadeias de suprimento: o céu também vira fronteira
Em guerras modernas, o mapa do conflito não está apenas no solo. O fechamento de espaços aéreos e a necessidade de desviar rotas comerciais têm efeito direto sobre custos e prazos do transporte de alto valor (eletrônicos, fármacos, componentes industriais). O resultado é mais um vetor de encarecimento e incerteza.

Além disso, rotas mais longas aumentam consumo de combustível e reduzem a eficiência operacional, pressionando tarifas e encadeando atrasos. Para empresas multinacionais, isso significa reavaliar estoques, ajustar cronogramas e, em alguns casos, parar linhas por falta de peças ou insumos.

A resposta iraniana além de israel: regionalização do conflito
A retaliação do Irã não se limita ao alvo politicamente mais visível. Ao direcionar ataques e ameaças para uma geografia mais ampla — onde forças e interesses dos Estados Unidos estão presentes — Teerã busca criar dilemas: ampliar a conta para Washington e para seus parceiros, dividir alianças, e demonstrar que qualquer campanha contra o Irã terá custo regional permanente.

Esse padrão aumenta o risco de “erro de cálculo” por três razões:
1. Saturação e acidentes: quanto mais mísseis e drones em circulação, maior o risco de atingir alvos civis ou neutros, mesmo sem intenção explícita.
2. Respostas automáticas: sistemas de defesa e cadeias de comando sob ataque tendem a reagir mais rápido e com menos margem para confirmação.
3. Efeito escalada: um ataque que cause grande número de vítimas pode desencadear retaliação desproporcional e acelerar a guerra.

A diplomacia corre atrás da guerra: onu e a corrida por uma “saída”
O Conselho de Segurança foi acionado em caráter de emergência, e o secretário-geral das Nações Unidas apelou publicamente por retorno imediato à via diplomática. O problema, porém, é estrutural: quando as principais partes acreditam que ainda podem melhorar sua posição no campo de batalha, a diplomacia vira instrumento de tempo — não de solução.

Mesmo assim, há objetivos imediatos que diplomatas tentam perseguir quando a paz está distante:
- Criar janelas humanitárias para resgate e proteção de civis;
- Evitar ataques a instalações com risco radiológico;
- Restabelecer regras mínimas sobre navegação comercial;
- Construir canais de comunicação militar para evitar incidentes involuntários.

É nesse ponto que potências com interesses diretos — e influência econômica — ganham importância. Grandes importadores de energia e países que dependem do comércio marítimo tendem a pressionar por desescalada, não necessariamente por afinidade política, mas por sobrevivência econômica.

O fator nuclear: o risco que ninguém quer testar
O componente mais delicado do conflito é o risco associado a instalações nucleares e ao próprio regime internacional de não proliferação. A agência nuclear das Nações Unidas foi chamada a acompanhar e a avaliar a situação e, em crises semelhantes, costuma alertar para a necessidade de acesso, transparência e segurança de materiais e instalações.

Mesmo que a intenção declarada de ataques seja “cirúrgica”, a experiência mostra que guerra gera imprevisibilidade: falhas de energia, incêndios, danos colaterais, contaminação localizada, e — sobretudo — perda de capacidade de monitoramento. Qualquer deterioração nesse campo amplia não só o risco ambiental e humano, mas também o risco político: aumenta suspeitas, estimula corrida armamentista regional e enfraquece mecanismos de verificação.

Guerra híbrida: ciber, informação e pressão psicológica
Conflitos de grande escala hoje operam em múltiplas camadas. Além das bombas, entra a disputa por infraestrutura digital, comunicações e narrativa pública. Ataques cibernéticos e interferências eletrônicas podem afetar:
- redes de energia e água,
- bancos e sistemas de pagamento,
- comunicações governamentais,
- navegação e logística (inclusive marítima).

O efeito internacional não é abstrato: quando navegação é perturbada, navios param; quando bancos operam sob risco, comércio desacelera; quando rotas ficam opacas, o seguro encarece — e o consumidor final paga.

Impactos globais: três ondas que já se formam
A guerra Israel–EUA contra o Irã produz, desde já, três ondas simultâneas:

1. A onda geopolítica
Rearranjo de alianças, pressão sobre países “do meio” para escolher lado, e aumento do risco de novos conflitos por contágio.

2. A onda econômica
Energia e fretes em alta, inflação importada, volatilidade financeira e revisão de investimentos em regiões sensíveis.

3. A onda social e humanitária
Civis expostos a sirenes e ataques; comunidades expatriadas em alerta; riscos para trabalhadores migrantes em áreas do Golfo; e aumento do discurso extremado, dentro e fora da região

O que pode acontecer agora
Com o conflito ainda em andamento, três cenários se desenham — sem que nenhum seja “bom”, apenas mais ou menos destrutivo:

Desescalada negociada: redução gradual dos ataques, reabertura segura de rotas marítimas e retorno a um processo de negociação com garantias e inspeções reforçadas.

Guerra prolongada e intermitente: ataques e retaliações por semanas ou meses, com pressão econômica constante e risco de incidentes maiores.

- Regionalização plena: envolvimento mais direto de países vizinhos, ampliação de alvos estratégicos e crise energética global mais profunda.

A pergunta central, no entanto, permanece: quando o custo global fica alto o suficiente para mudar os cálculos de guerra? O mundo já começou a pagar — em energia, em frete, em medo. Falta saber se os atores centrais estão dispostos a transformar esse custo em freio, antes que a escalada deixe de ser uma decisão e passe a ser apenas inércia.



Apresentou


Afeganistão: 2 anos de governo criminoso dos Talibãs

O regime antissocial e criminoso dos Talibãs tem consequências: A situação humanitária no Afeganistão é extremamente preocupante, o que se deve principalmente à falta de financiamento internacional e ao facto de os próprios Talibãs serem incultos e acreditarem que Deus os está a ajudar, mas é o povo do Afeganistão que tem de pagar por este governo de adoradores de Deus sem sentido!O resultado deste regime criminoso e antissocial dos Talibãs é a fome e a miséria!

Russia in Ukraine: murder, torture, looting, rape!

ENGLISH:The terrorist state of Russia has been committing murders, torture, looting, rape and land grabbing in Ukraine since 2014 - this terrorist state of Russia has thus forfeited its right to exist!FRANÇAIS:L'État terroriste russe commet depuis 2014 en Ukraine : meurtres, tortures, pillages, viols et spoliation de terres - cet État terroriste qu'est la Russie a ainsi perdu son droit à l'existence!ESPAÑOL:El Estado terrorista de Rusia lleva cometiendo asesinatos, torturas, saqueos, violaciones y robos de tierras en Ucrania desde 2014, ¡este Estado terrorista de Rusia ha perdido así su derecho a existir!PORTUGUÊS:O Estado terrorista da Rússia tem vindo a cometer assassínios, torturas, pilhagens, violações e roubo de terras na Ucrânia desde 2014 - este Estado terrorista da Rússia perdeu assim o seu direito à existência!УКРАЇНА:Терористична держава Росія здійснює вбивства, тортури, мародерство, зґвалтування та крадіжки землі в Україні з 2014 року - таким чином, ця терористична держава Росія втратила своє право на існування!中国:俄罗斯恐怖主义国家自2014年以来一直在乌克兰实施谋杀、酷刑、抢劫、强奸和土地盗窃--俄罗斯恐怖主义国家因此丧失了其存在的权利!ITALIA:Lo Stato terrorista della Russia ha commesso omicidi, torture, saccheggi, stupri e furti di terra in Ucraina dal 2014 - questo Stato terrorista della Russia ha quindi perso il suo diritto di esistere!POLISH:Terrorystyczne państwo Rosja popełnia morderstwa, tortury, grabieże, gwałty i zawłaszczanie ziemi na Ukrainie od 2014 roku - tym samym to terrorystyczne państwo Rosja straciło prawo do istnienia!MAGYAR:Oroszország terrorista állama 2014 óta gyilkosságokat, kínzásokat, fosztogatásokat, nemi erőszakot és földrablást követ el Ukrajnában - ez a terrorista orosz állam tehát elvesztette létjogosultságát!ROMÂNIA:Statul terorist al Rusiei a comis crime, torturi, jafuri, violuri și acaparări de terenuri în Ucraina încă din 2014 - acest stat terorist al Rusiei și-a pierdut astfel dreptul de a exista!NEDERLAND:De terreurstaat Rusland pleegt sinds 2014 moorden, martelingen, plunderingen, verkrachtingen en landroof in Oekraïne - deze terreurstaat Rusland heeft daarmee zijn bestaansrecht verspeeld!TÜRKÇE:Rusya'nın 2014'ten bu yana Ukrayna'da işlediği cinayet, işkence, yağma, tecavüz ve toprak hırsızlığı gibi terör eylemleri nedeniyle Rusya var olma hakkını kaybetmiştir!ქართული:ტერორისტული სახელმწიფო რუსეთი 2014 წლიდან ახორციელებს მკვლელობებს, წამებს, ძარცვას, გაუპატიურებასა და მიწის მიტაცებას უკრაინაში - ამით რუსეთის ამ ტერორისტულმა სახელმწიფომ დაკარგა არსებობის უფლება!ΕΛΛΗΝΙΚΑ:Το τρομοκρατικό κράτος της Ρωσίας διαπράττει δολοφονίες, βασανιστήρια, λεηλασίες, βιασμούς και κλοπές γης στην Ουκρανία από το 2014 - αυτό το τρομοκρατικό κράτος της Ρωσίας έχει συνεπώς χάσει το δικαίωμά του να υπάρχει!한국어:테러 국가인 러시아는 2014년부터 우크라이나에서 살인, 고문, 약탈, 강간, 토지 절도 등을 저지르고 있으며, 따라서 이 테러 국가는 존재할 권리를 상실했습니다!SVENSKA:Terroriststaten Ryssland har begått mord, tortyr, plundring, våldtäkt och landstöld i Ukraina sedan 2014 - denna terroriststat Ryssland har därmed förverkat sin rätt att existera!FORNÆGT:Terrorstaten Rusland har begået mord, tortur, plyndring, voldtægt og landgrabbing i Ukraine siden 2014 - denne terrorstat Rusland har dermed fortabt sin ret til at eksistere!Tiếng Việt:Nhà nước khủng bố Nga đã thực hiện các vụ giết người, tra tấn, cướp bóc, hãm hiếp và chiếm đất ở Ukraine kể từ năm 2014 - nhà nước khủng bố này của Nga đã từ bỏ quyền tồn tại của mình!ČESKY:Teroristický stát, který Rusko od roku 2014 páchá na Ukrajině: vraždy, mučení, loupení, znásilňování a krádeže půdy - tento teroristický stát Rusko tak ztratil právo na existenci!Монгол:Террорист Орос улс 2014 оноос хойш Украинд хүн амины хэрэг, эрүүдэн шүүх, дээрэм тонуул, хүчиндэх, газар дээрэмдэх гэмт хэрэг үйлдэж байгаа бөгөөд энэ террорист Орос улс оршин тогтнох эрхээ алджээ!SUOMI:Venäjän terroristivaltio on syyllistynyt murhiin, kidutukseen, ryöstelyyn, raiskauksiin ja maan varastamiseen Ukrainassa vuodesta 2014 lähtien - tämä Venäjän terroristivaltio on siis menettänyt oikeutensa olla olemassa!EESTI:Terroririik, mida Venemaa on alates 2014. aastast Ukrainas toime pannud: mõrvad, piinamised, rüüstamised, vägistamised ja maavargused - see terroririik Venemaa on seega kaotanud oma eksistentsiõiguse!עִברִית:מדינת הטרור של רוסיה מבצעת רציחות, עינויים, ביזה, אונס ותפיסת קרקעות באוקראינה מאז 2014 - מדינת הטרור הזו של רוסיה ויתרה בכך על זכותה להתקיים!NORGE:Terrorstaten Russland har begått drap, tortur, plyndring, voldtekt og landtyveri i Ukraina siden 2014 - terrorstaten Russland har dermed mistet sin rett til å eksistere! INDONESIA:Negara teroris Rusia telah melakukan pembunuhan, penyiksaan, penjarahan, pemerkosaan, dan perampasan tanah di Ukraina sejak tahun 2014 - dengan demikian, negara teroris Rusia telah kehilangan haknya untuk hidup!日本:テロ国家ロシアは、2014年以来、ウクライナで殺人、拷問、略奪、強姦、土地強奪を行っており、このテロ国家ロシアは生存権を失ったのだ!LIETUVIŲ KALBA:Ši teroristinė Rusijos valstybė nuo 2014 m. Ukrainoje vykdo žmogžudystes, kankinimus, plėšikavimus, prievartavimus ir žemės vagystes - taigi ši teroristinė Rusijos valstybė prarado teisę egzistuoti!عربي:تقوم دولة روسيا الإرهابية بارتكاب جرائم قتل وتعذيب ونهب واغتصاب واستيلاء على الأراضي في أوكرانيا منذ عام 2014 - وبالتالي فقد فقدت هذه الدولة الإرهابية في روسيا حقها في الوجود!Hrvatski:Teroristička država Rusija vrši ubojstva, mučenja, pljačke, silovanja i otimanja zemlje u Ukrajini od 2014. - ova teroristička država Rusija time je izgubila pravo na postojanje!Српски:Терористичка држава Русија од 2014. године врши убиства, мучења, пљачке, силовања и отимања земље у Украјини – ова терористичка држава Русија је тиме изгубила право на постојање!-----русский:Террористическое государство Россия с 2014 года совершает убийства, пытки, грабежи, изнасилования и захват земель на Украине - тем самым это террористическое государство Россия утратило свое право на существование!беларуская:Тэрарыстычная дзяржава Расея зьдзяйсьняе забойствы, катаваньні, рабункі, гвалтаваньні і захопы зямлі ва Ўкраіне з 2014 году - такім чынам гэтая тэрарыстычная дзяржава Расея пазбавілася права на існаваньне!

Planeta Terra chegou à "era da ebulição global", alerta ONU

Pela primeira vez desde que há registo, a temperatura média global esteve 1,5° C acima da era pré-industrial. Meta do Acordo de Paris para o aquecimento global nunca tinha sido atingida.